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ATROFIA 
VULVO
VAGINAL
testes

Sintomas,
causa,
tratamentos.

A Atrofia vulvovaginal (AVV) é um dos sintomas mais comuns da menopausa.

 É resultante da diminuição da produção de estrogênio, um fenômeno  fisiológico, que acontece de forma progressiva e que resultará na menopausa, fase em que a mulher não menstrua mais.

A diminuição do estrogênio até a ausência desse hormônio no organismo feminino acarretará inúmeras alterações, como ondas de calor ou fogachos, instabilidade emocional e manifestações da atrofia dos órgãos genitais, como secura vaginal, dor no ato sexual, perda de urina aos esforços, entre outros.

Todos esses sintomas se apresentarão com intensidade variada, a depender do tempo em que a pele da região vulvar está desprovida de estrogênio. Ao exame, observa-se que a vulva tem aspecto pálido, seco e fino. Boa parte das pacientes que tem vida sexual ativa queixam-se de dor na relação sexual ou até mesmo a evita.

A maneira como geralmente se tenta contornar o problema é mediante o uso de lubrificantes vaginais ou óleos, porém, sem resultados satisfatórios e definitivos, apenas trazendo breve alívio da queixa.

Sobre o tratamento da AVV

Uma vez que o afinamento da pele que reveste a região vulvar é ocasionado pelo hipoestrogenismo, o tratamento padrão empregado nas últimas décadas consistiu na prescrição de pomadas vaginais com estrogênio, para uso vaginal.

Atualmente, torna-se cada vez mais disponível a técnica de microablação com Radiofrequência (RF) fracionada para o tratamento da AVV, sendo uma opção terapêutica que traz os mesmos benéficios dérmicos obtidos com o uso de estrogênio via vaginal e, por isso,  estabeleceu-se como  opção de tratamento para as pacientes que não querem ou não podem usar hormônios.

A RF é um tipo de energia que age na derme, promovendo formação de novas fibras de colágeno. Nesse processo de neocolagênese, restaura-se o epitélio e, consequentemente, recupera-se a elasticidade da pele. Tradicionalmente empregado na dermatologia, a RF também se consolidou na ginecologia como método de tratamento das queixas ginecológicas e urinárias decorrentes da atrofia vulvovaginal.

Estudos realizados com pacientes com atrofia vulvovaginal demonstraram recuperação das fibras de colágeno da derme e melhora dos sintomas de ressecamento vaginal, ardência e prurido, falta de lubrificação e dor na relação sexual.(1)

Além de proporcionar a recuperação do epitélio, o uso da RF também contribui no tratamento de certos graus de perda urinária aos esforços decorrentes do hipoestrogenismo. (2)

Por fim, a RF tem sido cada vez mais empregada como opção terapêutica dos sintomas relativos à síndrome geniturinário – ressecamento vaginal, afinamento da pele, dor na relação sexual, perda de urina aos esforços, por apresentar resultados satisfatórios e consistentes quando comparados ao tratamento com hormônio local (estrogênio), empregado tradicionalmente nas mulheres com queixas.

Fonte Bibliográfica:
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